domingo, 21 de setembro de 2014

Pesquisa em engenharia de software

Essa área envolve o as técnicas e otimização de programas de computador, definindos quais melhores instrumentos para a execução.
Fonte: http://pt.m.wikipedia.org/wiki/Engenharia_de_software

Laboratórios de açgumas universidades do Brasil


Universidade Tiradentes - UNIT


Universidade de Campinas – UNICAMP



Universidade Federal Rural de Pernambuco – UFRPE






 Universidade de São Paulo – USP




Universidade Federal do Piauí - UFPI




SBC PROMOVE SEMANA DA SBC

A Semana da SBC 2014 será realizada de 01 a 19 de outubro e tem como foco principal os estudantes. Durante este período, os Representantes Institucionais, com o apoio dos Secretários Regionais e da Diretoria de Secretarias Regionais, organizarão eventos sobre a Sociedade para apresentar aos alunos o que a SBC promove para o desenvolvimento científico e tecnológico da Computação no Brasil.

Os alunos das categorias Estudante e Estudante associado a ACM poderão se associar ou renovar sua associação para 2015 com os valores atuais, sem reajuste, e ganharão um brinde exclusivo da SBC. As demais categorias podem usufruir dos benefícios. porém não receberão o brinde. A associação será validada a partir da confirmação dos pagamentos, com todos os benefícios garantidos ainda em 2014.

A associação ou renovação será válida de 01 de outubro de 2014 até dezembro de 2015. Todas as novas associações ou renovações deverão ser feitas pelo sistema de associados, acessado via Portal da SBC.

 

Objetivo

 

A Semana da SBC ocorre junto com as semanas acadêmicas das instituições com representação institucional e tem como objetivo viabilizar um espaço onde todas as regionais desta Sociedade divulguem as ações da SBC em prol da comunidade. Com uma forte divulgação sincronizada em todo o Brasil, busca-se criar uma consciência, principalmente entre os estudantes, da dimensão alcançada pela SBC referente às diversas atividades que esta se propõe dentro do âmbito científico, político, educativo e social para o desenvolvimento do Brasil.

 

Atividades

 

Durante a Semana, os Representantes Institucionais, com o apoio dos Secretários Regionais e da Diretoria de Secretarias Regionais, organizarão eventos, mostrando as atividades que a SBC promove para o desenvolvimento científico e tecnológico da Computação em nosso país. Durante todo o período da Semana da SBC, estudantes poderão associar-se ou renovar sua associação com os valores propostos para a ocasião. A associação ou renovação será válida deste período até final de 2015. Todas as novas associações ou renovações deverão ser feitas pelo sistema de associados, que pode ser acessado via portal.

Quem usufrui do desconto

 

O desconto da associação para a Semana da SBC objetiva alcançar associados estudantes. Além do desconto para 2015, a associação ou renovação nas categorias Estudante e Estudante associado à ACM incluirá um brinde, que será enviado pelos Correios após a confirmação do pagamento. Outras categorias poderão usufruir dos valores aplicados para a Semana, entretanto, não receberão o brinde.

 

Valores

 

Estudante: R$ 58,00
Estudante Associado à ACM: R$ 45,00
Estudante de Graduação Básico: R$ 14,00
Efetivo/Fundador: R$ 150,00
Efetivo Associado à ACM: R$ 135,00

FONTE:http: http://sbc.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1457:semana-da-sbc-associe-se-ou-renove-sua-associacao&catid=65:destaques
 http://sbc.org.br/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=297&Itemid=916

sábado, 20 de setembro de 2014

entrelaçamento quântico:
um estudo que ganhou grande destaque na computação e física, na computação está sendo pesquisado aplicações que otimizem o desempenho de computadores quânticos











consiste em juntar partículas (em especial fótons e elétrons) até que entrem em sincronia, e quando separadas tornam-se como uma mesma matéria, isso esta sendo aplicado na transmissão de dados, por ter um resposta rápida

fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Entrela%C3%A7amento_qu%C3%A2ntico
Pesquisas do mestrado em ciências da computação da UFS

Especialização voltada para as áreas de sistemas de informação engenharia da computação e ciência da computação, tem pesquisas nas áreas de Computação Inteligente, Engenharia
de Software, Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos

fonte: http://computacao.ufs.br/pagina/nosso-mestrado-4528.html
Heurística
metodologia aplicada a resolução de problemas, deve ser o mais simples possível, ainda que  de seja forma inexata
 fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Heur%C3%ADstica

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Web Designer

O Profissional Web Designer

É o profissional competente para a elaboração do projeto estético e funcional de um web site.
Iria Luppi Figueiredo (@irialuppi)
É o profissional competente para a elaboração do projeto estético e funcional de um web site. Deve ter muito conhecimento em linguagens de  formatação principalmente como XHTML (Extensible Hypertext Markup Language)  CSS(Cascade Style Sheet).  pois na sua carreira o layout é o mais importante,  bem como softwares de ediçao e tratamento de imagens.

Então na verdade a interface é  sua obra de arte. É especializado em projetar sites para Internet, pois para construir um bom site é preciso ter noções estéticas, funcionais, ergonômicas, psicológicas e até mercadológicas de uma composição gráfica.

O próprio nome já diz tudo – “Designer da Web”. Ele trata do layout, da navegabilidade, da Arquitetura de Informação, da Arquitetura de Design. Efetua testes e mais testes. Faz protótipos, planejamentos, cronogramas e etc.

Hoje as disciplinas estudadas por um web designer estão mais definidas, mas o avanço tecnológico ainda tem fragmentado o profissional de web em mais e mais especialidades. Parece que à medida que a web vai 'amadurecendo', as coisas começam a se fragmentar e torna-se cada vez mais prático de realizar seu trabalho, pois surgem novas ferramentas e frameworks cada vez mais práticos, ainda não sei, mas pode ser que no futuro tudo seja feito por meio de “botões”, isto é clicando neste e naquele botão você acabará montando uma página inteira. Por um lado seria mais fácil de realizar o trabalho, mas ai penso. E o nosso conhecimento onde vamos aplicar... Ficaremos acomodados apenas com um software que faz tudo por nós... Não...!  Não eu não quero ser esta pessoa devo acreditar em mim fazer a minha própria obra de arte...

E além do mais deve pensar não só como web designer, mas como o usuário ou ainda o cliente, pensando em usabilidade e funcionalidade, por isso muitas vezes colocar a tecnologia antes dos usuários pode ser desastroso.

Muitos me perguntam o que fazer para ser web designer. Primeiro você deve saber o que uma escola de web designer deve ter como conteúdo. Não pense que deve ensinar como programar em JavaScript, Php ActionScript, ASP, utilizar Dreamweaver, Flash, etc., pois antes de se "especializar" em web designe você deve saber DESIGN.  Não vá direto às escolas que prometem apenas te ensinar, por exemplo, a usar o Flash. Escolha uma que te diga como usa-lo, quando, porque e para que. Programação e design são duas áreas distintas e banners e outras animações em flash têm seu momento e local apropriado para utiliza.

O design iniciou numa época em que nem se pensava em computadores. No caso do Web Designer, um computador é apenas uma ferramenta, e nada adianta escolher uma escola que te ensine a usar os softwares gráficos sem lhe explicar que um web site é um veículo de comunicação, é preciso saber explicar o "porque" você está colocando aquele bonequinho pulando na tela, quais os efeitos que aquilo causa no internauta, como anda o nível de usabilidade do seu site, etc. •.
Design é uma palavra de origem alemã que significa "PROJETO", planejar uma obra de arte. Por isso o Web Designer tem um objetivo que fazer numa "composição gráfica organizada, estruturada e direcionada" que gerará um produto (impresso ou digital).

Então para ser um bom web designer, você deve estudar tipografia, design, metodologia de projeto, composição, história da arte, criação, metodologia da pesquisa, estética, ergonomia, semiótica, produção gráfica, computação gráfica, desenho, ilustração, fotografia, psicologia e até marketing. Você precisa sim conhecer os recursos que tem a mão para fazer um bom site, mas conhecer os recursos e não saber aplica-los pode levar seu projeto à ruína.


Dica: procure profissionais que lhe ensinem a pescar e não os que lhe dão o peixe!

FONTE:
http://www.oficinadanet.com.br/artigo/722/o_profissional_web_designer

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Analista de Sistemas

Perfil Profissional

O curso de Bacharelado em Sistemas de Informação visa à formação de profissionais para a atuação em desenvolvimento tecnológico em Informática que possuam as seguintes habilidades e competências:
  • Capacidade de desenvolver, implementar e gerenciar uma infraestrutura de tecnologia da informação (computadores e comunicação), dados (internos e externos) e sistemas que abranjam uma organização;
  • Domínio de novas tecnologias da informação e gestão da área de Sistemas de Informa-ção;
  • Ter criatividade
  • Conhecimento e emprego de modelos, ferramentas e técnicas, que representem o es-tado da arte na área, associados ao diagnóstico, planejamento, implementação e avali-ação de projetos de sistemas de informação aplicados nas organizações;
  • Respeito aos princípios éticos e profissionais da área de computação;
  • Espírito empreendedor, na busca de soluções para os desafios das organizações e de novas oportunidades de crescimento profissional;
  • Visão humanística crítica e consistente sobre o impacto de sua atuação profissional na sociedade e nas organizações.
  • Saber línguas estrangeiras 
  • Saber lidar com recursos humanos
  • Saber linguagens de progamação
EDITADO E RETIRADO DE :

http://www.prodesan.com.br:8080/opencms/opencms/Prodesan/aempresa/areasdeatuacao/ti/metodologias/pds/perfis/as/


http://www3.pucrs.br/portal/page/portal/facinuni/facinuniCapa/facinuniGraduacao/facinuniGraduacaoSI/facinuniGraduacaoSIPerfil

Analista de redes sociais

 


Qual é o perfil ideal de um analista de redes sociais?


Especialista afirma que um profissional responsável por gerenciar redes sociais de uma pequena empresa deve ter características multidisciplinares.

Qual é o perfil ideal de uma analista de redes sociais?

Respondido por Lucas Diniz, especialista em redes socias.

O mercado de mídias socias é recente e tem recebido profissionais de diferentes formações, principalmente das áreas de comunicação, marketing e administração. Contrarar um analista para fazer o trabalho internamente é a realidade da maoiria das pequenas empresas.
   Entretanto, mesmo que você contrate uma agência, é importante ter um profissional dentro de sua empresa focado na área. Confira abaixo, algumas características esperadas de quem vai realizar essa função:



1- Ser criativo


É necessário se expressar, mesclando elementos da comunicação escrita com o visual. O profissional deve buscar formas originais de transmitir mensagens que irão , além de comunicar algo, motivar o público a interagir com o conteúdo e repassá-lo para sua rede de amigos. Criatividade para reinventar e adaptar constantemente a forma de comunicação é essencial.

2- Ser cordial

Com a crescente demanda de atendimento em redes sociais, o analista tornou-se responsável por administrar um SAC2.0.  Para isso, precisará conversar, interagir e auxiliar usuários a resolverem problemas. A empatia e a cordialidade ajudam a evitar crises e gerenciar conflitos. 


3- Ser organizado


Criar pautas de conteúdo para diferentes redes sociais, agendar publicações, controlar o fluxo de resposta aos usuários, acompanhar o desenvolvimento de aplicativos e concursos, além de monitorar o que é dito sobre a marca mês a mês e gerar relatórios, exige disciplina e oganização. O profissional deve documentar esses processos e acompanhá-los diariamente para uma perfeita execução do trabalho.

Editado e retirado de :

http://exame.abril.com.br/pme/noticias/qual-e-o-perfil-ideal-de-um-analista-de-redes-sociais






Analista de Suporte Técnico

Analista de Suporte Técnico

  1. Categoria: Informática, TI, Telecomunicações
  2. Especialização: Suporte Técnico

O que faz um Analista de Suporte Técnico

Analista de Suporte Técnico é o profissional responsável pela infraestrutura de TI de uma empresa, garantindo o suporte tecnológico para o tráfego de informações.
Um Analista de Suporte Técnico padroniza a análise e programação dos sistemas de aplicação, acompanhando o desempenho dos recursos técnicos instalados.
Está sob as responsabilidades de um Analista de Suporte Técnico atuar com suporte técnico em hardware e software para clientes internos e externos, responder a questões não só técnicas, mas também relativas a serviços, produtos, relacionamento com clientes, garantia entre outros, projetar e prestar manutenção em redes de computadores, se responsabilizar pela segurança dos dados de serviço, participar na análise, estudo, seleção, planejamento, instalação, implantação e manutenção de software básico e de apoio como sistemas operacionais, banco de dados, teleprocessamento e correlatos, criar políticas de segurança, realizar prevenção contra invasões físicas ou lógicas, definir a manutenção do controle de acesso aos recursos, instalar, configurar e atualizar programas de anti-Vírus e anti-SpyWares, realizar manutenção de rotinas de cópias de segurança, estudar a implantação e documentação de rotina que melhorem a operação do computador, Instalar e manter os diversos Sistemas Operacionais, instalar e manter a comunicação digital, configurar as contas de correio eletrônico, interligar as possíveis filias por WAN através de VPN´s ou outros recursos, instalar e manter sistemas de gestão (ERP), instalar e manter sistemas de banco de dados, prestar suporte aos usuários da empresa ou organização, prover sistemas de mídia digital, atuar como parceiro para dar suporte à equipe de suporte técnico, participar e dar suporte a outros projetos da empresa, conforme requisição da diretoria.
Para que o profissional tenha um bom desempenho como Analista de Suporte Técnico além da graduação é essencial que possua conhecimento na área de informática em geral.

Com que áreas dentro de uma empresa, um Analista de Suporte Técnico se relaciona?

Analista de Suporte Técnico por ser o profissional responsável pela infraestrutura de TI de uma empresa, garantindo o suporte tecnológico para o tráfego de informações, se relaciona com a área de TI, Informática e Suporte Técnico.

Formação Desejada de um Analista de Suporte Técnico

  1. - Graduação em Sistemas de Informação.
  2. - Ciência da Computação.
  3. - Engenharia da Computação.

Analista de Segurança

                    

Analista de Segurança


  • Projeto e manutenção do esquema de segurança da rede, incluindo a segurança de equipamentos (acesso físico), dos dados (acesso não-autorizado) e de sistemas operacionais de clientes e servidores; este profissional propõe, implementa e monitora a política de segurança quanto ao uso de recursos computacionais.
Atividades adicionais: 
  • Configuração e manutenção da segurança de rede; 
  • Monitoramento constante de aspectos novos relacionados à segurança (novas técnicas de invasão, novos bugs de segurança encontrados em produtos na rede, etc).
Pré-requisitos normalmente exigidos: 
  • Profundo conhecimento do protocolo TCP/IP e dos sistemas operacionais de clientes e de servidores existentes na empresa; 
  • Em algumas empresas, exige-se que o Analista de Segurança também conheça as linguagens de programação utilizadas pela empresa, este profissional é bem mais raro de se encontrar no mercado e seu salário é proporcionalmente maior.
  • Profundo conhecimento de configuração e “atualização de regras” em firewalls;
  • Conhecimento de protocolos típicos de inter-redes (Frame Relay, X25, ATM, etc.);
  • Uso de ferramentas de monitoramento de tráfego de rede, incluindo sniffers.
Exigência de nível superior:
  • Nem sempre, embora recomendável.

FONTE:

http://profissoesemti.wordpress.com/as-profissoes-de-ti/analista-de-seguranca/

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Ciências da computação, engenharia da computação e sistemas de informação. Qual a diferença?

Neste vídeo podemos entender as diferenças e tirar as dúvidas entre os cursos Ciências da computação, engenharia da computação e sistemas de informação.




Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/video/ciencia_da_computacao_sistemas_de_informacao_ou_engenharia_da_computacao/22655

Ranking Univesitário de Ciências da Computação

De acordo com o site da Folha de São Paulo, o curso de Ciências da Computação da Universidade Federal de Sergipe está em 51º lugar, veja na tabela a baixo:








Fonte: http://ruf.folha.uol.com.br/

Supercomputadores nas faculdades do Brasil.

A USP (Universidade de São Paulo) comprou em março de 2012 um supercomputador que é capaz de processar 20 trilhões de cálculos por segundo e será usado pelo Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas. A máquina custou R$ 1 milhão.
O novo supercomputador é 100 vezes mais rápido que o atual da universidade. A máquina com 20 teraflops conta com 2.304 mil processadores. Já o futuro supercomputador americano tem 3.3 petaflops, muito mais que o brasileiro.
A máquina será usada pelos pesquisadores do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP e do Núcleo de Astrofísica Teórica da Universidade Cruzeiro do Sul, entidade parceira do projeto.





Processamento de Alto Desempenho (Cenapad-SP) de São Paulo, instalado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp),  terá um dos computadores mais rápidos do País. A nova máquina, que será adquirida ainda este ano, deve elevar a velocidade do centro de 1,5 teraflop (1Tflop equivale a um trilhão de operações por segundo) para 22Tflops. A supermáquina é usada por cientistas do Brasil em pesquisas de variadas áreas, como física, química e biologia molecular.
Com a compra do novo computador, o centro terá sua capacidade de armazenamento elevada em 260 terabytes (cada terabyte tem um milhão de GB, ou um trilhão de bites). Segundo o físico e coordenador do centro, o professor Edison Zacarias da Silva, a máquina atenderá à demanda reprimida existente hoje para uso de computadores de alto desempenho.



Fonte: http://tecnologia.terra.com.br/hardware-e-software/unicamp-tem-2-supercomputador-mais-rapido-da-america-latina,026d38cf9af50410VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html

domingo, 14 de setembro de 2014

MARKETING DIGITAL

Qual o papel de um gerente de marketing digital?

 Talvez você ache um pouco estranho que eu, uma pessoa que construiu – e continua construindo – a  sua carreira em agências, vir falar sobre o papel de um gerente de marketing digital dentro de uma  empresa. Entretanto, o profissional de planejamento é, dentro da agência, aquele deve ser o mais  próximo do gerente de marketing da empresa-cliente, pois ambos precisam se preocupar com as  estratégias para atingir os objetivos – que sempre terminam no foco em vendas. 
 O profissional de marketing digital tem que, acima de tudo, pensar na estratégia do negócio em que  atua, na construção e no posicionamento da marca da sua empresa. É ele que vai pensar e encontrar a  melhor forma para ampliar as vendas, entrar em novos canais, em como usar a web para melhorar a  rentabilidade do negócio. Inclusive, a palavra “rentabilidade” está no jargão desse profissional, pois ele  é cobrado por isso, e não é algo diário, é mais no sistema da Tele Sena, de “hora em hora”.
 E o gerente de marketing digital, assim como o seu par “offline”, tem a responsabilidade de vender cada  vez mais o produto ou serviço de sua empresa, independentemente do que seja e do seu valor, a única  diferença é que a web é a sua plataforma de comunicação. 
 Normalmente o profissional de marketing digital é uma pessoa que trabalhava com o offline e migrou  pro online. No entanto, nem sempre ele está preparado para isso – quantas vezes você já ouviu um  caso de alguém que era “bom no Facebook e no Twitter” e, por isso, foi trabalhar com digital? E,  infelizmente, temos visto muito esse perfil no mercado. Gente que se acha muito preparada mas que  não faz pesquisa, que não sabe o que é segmentação, que não sabe dizer se uma ação que “apenas  eleva o número de acessos do site” valeu a pena ou não. E, se elevou o número de acessos, mas não  as taxas de conversão, alguma coisa está errada, certo? 
 Um bom gerente de marketing digital deve entender, respirar, comer, sonhar com o digital. Analisar as  campanhas online do mercado, testar, se preocupar com o site e performance da marca no online. Não  achar que o Google Analitycs é um bicho de sete cabeças e nem que só o Google resolverá todos os  problemas de comunicação e vendas da empresa. 
 É dele o papel de cobrar da agência (ou do profissional interno da empresa) as análises e a inteligência  nos resultados. E isso vai muito além de uma planilha ou um gráfico bonito. E é dele, também, o papel  de analisar todos esses relatórios e propor as ações inovadoras – porque inovar é preciso, e ter  coragem para isso, também. E a web permite isso. 
 Portanto, se você quer ser um bom gerente de marketing digital, converse mais com a sua agência,  pense diferente, abra a cabeça. Saia do modelo “banner na home de portal”, isso não dá mais  resultados! Não sozinho. Esse banner deve fazer parte de uma estratégia mais ampla. Pense nas  palavras relacionamento, engajamento, presença e conteúdo como pilares das suas ações. A partir daí,  faça a diferença. A web é um campo aberto e há muito ainda  ser explorado. Olha a oportunidade que  você tem em mãos…

 fonte:

 http://imasters.com.br/artigo/23256/midia-e-marketing-digital/qual-o-papel-de-um-gerente-de-marketing-digital/

sábado, 13 de setembro de 2014

Ranking das melhores faculdades de TI da américa latina!

Para chegar ao ranking de um total de 250 universidades, a instituição avaliou a reputação da instituição e de seus professores no meio acadêmico e mercado de trabalho, o volume de trabalhos científicos e citações, além de tamanho, número de alunos recebidos e relevância em pesquisas na internet.
Em relação ao ano passado, as sete primeiras universidades mantiveram suas posições. Mas, desta vez, a UFRJ desbancou a Universidade de Buenos Aires e conquistou a 8ª colocação. No ranking de 2011, a universidade fluminense estava na 19ª colocação.
Na lista geral, 65 universidades brasileiras aparecem entre as 250 melhores da região. Em outros termos, para cada quatro universidades com ensino de qualidade de outros países da América Latina, segundo o QS, uma é brasileira.
Em primeiro lugar, o melhor curso de sistemas de informação do Brasil é a USP. O restante do ranking você pode ver no site da QS
RankingUniversidadePaís|EstadoNota
1Universidade de São Paulo (USP)Brasil | São Paulo100
2Pontificia Universidad Catolica de ChileChile99.9
3Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)Brasil | São Paulo97,5


Fonte: http://www.topuniversities.com/university-rankings

domingo, 7 de setembro de 2014

3° SEMINÁRIO DOS GRANDES DESAFIOS DA COMPUTAÇÃO - FASE 2

Estão abertas as inscrições para a Segunda Fase do evento que tem como objetivo identificar os desafios na área de Tecnologia da Informação e Comunicação do setor e de grandes instituições públicas brasileiras. A Segunda Fase do Seminário será realizada nos dias 18 e 19 de Setembro, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
O foco principal da Segunda Fase é promover redes de colaboração temáticas em função de problemas que envolvam os diferentes segmentos: governo, indústria e academia.
Haverá premiação para os pesquisadores responsáveis pelas propostas melhor avaliadas em cada domínio.
Acesse o site do 3º Seminário dos Grandes Desafios da Computação para mais informações e faça sua inscrição no evento  até o dia 19 de setembro.
Participe também da Pesquisa de Interesse sobre os Grandes Desafios da Computação disponibilizada com o intuito de conhecer melhor os interesses de cada uma das empresas.



Site para mais informações e inscrições: http://www.sbcgrandesdesafios.nce.ufrj.br/

Fonte: http://sbc.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1448:3o-seminario-dos-grandes-desafios-da-computacao-fase-2&catid=62:ultimas-noticias

Engenheiro de Software




quarta-feira, 3 de setembro de 2014

"A ciência da computação lida com fundamentos teóricos da informação, computação, e técnicas práticas para suas implementações e aplicações." trecho retirado da pagiana: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAncia_da_computa%C3%A7%C3%A3o

sábado, 30 de agosto de 2014

O que é um Arquiteto de Teste de Software





  Para ser um Arquiteto de Teste obviamente é mandatório ter sido um Testador. Para ocupar uma posição como esta o profissional de teste precisa ter um perfil sênior, conhecendo muitas linhas dentro do Teste de Software. Geralmente um Arquiteto de Teste tem que estar apto a executar quase que qualquer tarefa dentro do Teste de Software. Ele deve ser o líder técnico das soluções em teste e pode possuir uma linha de especialização específica dentro do Teste de Software: Automação, Performance, Segurança, etc..
Um Arquiteto deve trazer a inovação para a Área de Teste, sempre ligado nas tendências, tecnologias e abordagens dentro da área, internalizando todo esse conhecimento e analisando a aplicabilidade dentro da organização. Ele deve conhecer não somente da disciplina de Teste de Software dentro da Engenharia de Software, mas de outras disciplinas.

  Eu, particularmente, acredito que a possível comparação de Engenheiro de Teste e Arquiteto de Teste é quase a mesma, mas com uma pequena diferença que pode ser entendida pela comparação abaixo:
"Um Arquiteto na Engenharia Civil é aquela capaz de criar toda uma estrutura/solução a partir de uma desejo do seu cliente. O Engenheiro, por sua vez, é aquele que irá colocar o plano de Arquiteto em prática, acompanhando todo o trabalho dos operários na obra."

Qual o dia-a-dia de um Arquiteto de Teste?
As atividades mais comuns são a de criação de ambientes de teste (hardware e software), criação de Casos de Teste mais complexos, aplicação das Técnicas de Teste corretas em todos os Casos de Teste.
Dentro da Automação de Teste, ele vai entender um problema de um cliente e criar uma solução de automação, utilizando alguma ferramenta existente no mercado ou até mesmo. Apóia e ensina a equipe a crescer tecnicamente na área e ajuda a melhorar todos os processos existentes na área de Teste de Software.

Quais os conhecimentos necessários para um Arquiteto de Teste?
Abaixo seguem alguns dos conhecimentos necessários do Arquiteto de Teste com um foco técnico voltado para a Automação de Teste:
  • Linguagem de programação (se puder mais que uma)
  • Sistemas Operacionais
  • Conhecimentos avançados sobre Técnicas de Teste
  • Ferramentas de Automação de Teste (em todos os níveis de teste)
  • Linguagem SQL intermediária
  • Arquitetura de Software e Design Patterns
  • Configuração de Ambientes
  • Execução de Testes Funcionais e Não Funcionais
  • Habilidade de Comunicação com pessoas técnicas

Podemos dar duas razões para que o Arquiteto precise conhecer uma linguagem de programação:  

  As ferramentas de automação de teste funcional será ou em uma linguagem padrão de mercado (VBScript ou Java) ou uma linguagem própria, o que necessita de conhecimento de programação
Quando não existe uma ferramenta de automação para determinada tarefa, o Arquiteto precisa criar uma, e isso é feito através de uma linguagem de programação
O conhecimento de Sistemas Operacionais é importante, pois além de utiliza-os para efetuar os testes também pode ser necessária a criação de máquinas virtuais para montar o ambiente de teste e, conseqüentemente conhecer sobre como configurar estes ambientes (no caso aqui, de hardware e software).
  Outro ponto importante é a linguagem usada por esses profissionais. Imaginem que tu vai conversar com um desenvolvedor ou Arquiteto Java e ele diz: "o problema ocorreu na ESB, onde um parâmetro da Inversão de Controle no Spring não foi colocado corretamente, o que fez o a camada DAO gerar uma NullPointerExepction dentro do Bean."

OBS:

Retirado e editado de: 

http://sembugs.blogspot.com.br/2010/04/arquiteto-de-teste-de-software.html

terça-feira, 26 de agosto de 2014

domingo, 24 de agosto de 2014

Administrador de Banco de Dados

Nos dias de hoje é praticamente impossível imaginar um cenário no qual uma aplicação ou sistema de aplicações, não precise em ao menos uma de suas etapas, consultar, manipular ou armazenar as informações resultantes dos seus processos lógicos.
De nada adiantaria todo o poder de processamento dos computadores atuais, as redes de altíssima velocidade e os softwares desenvolvidos com tecnologia de ponta se não fosse possível armazenar os dados de forma eficiente e segura.
Os dados precisam estar disponíveis, consistentes, íntegros, definidos, confiáveis, compartilhados e em segurança para que as decisões gerenciais sejam ágeis, precisas e oportunas.
É nesse contexto que entra o Administrador de Banco de Dados.
Ele é o responsável pela “saúde física” dos dados, isto é, pela manutenção e refinamento dos bancos de dados corporativos.
Segundo uma definição da revista Info:
Coordena, controla e acompanha as atividades de administração do banco de dados (DBA), envolvendo a instalação, configuração, projeto físico e manutenção do banco de dados atuais, a fim de agilizar e facilitar os trabalhos de desenvolvimento de sistemas, em atendimento às necessidades dos clientes, orientando quanto ao seu desenvolvimento e esclarecendo dúvidas de administração dos dados, a fim de assegurar a sua idealização dentro dos padrões de qualidade e dos prazos estipulados.
Formação recomendada: Curso Superior em Engenharia da Computação, Processamento de dados, Informática
Conhecimentos úteis: Recursos de desempenho e portabilidade (INDEX,TRIGGERS, PACKAGES, PROCEDURES), migração de plataformas, análise de desempenho de sistemas, tratamento de informação para tomada de decisão (Data Warehouse e outros), gerência de projetos.
Ferramentas: Banco de Dados Oracle, modelador de dados ERwin, SQL-Station, gerenciador de modelos ModelMart, diagnóstico de estrutura de Banco de Dados DBExaminer
Principais atividades: Manutenção e refinamento de bancos de dados, alterações na estrutura do banco para expansão e adaptações de sistemas, monitoramento e identificação de falhas para aperfeiçoamento de bancos de dados, coordenação de programadores.
Certificações-chave: Microsoft: MCDBA. Oracle: Oracle 7.3 DBA, Oracle Developer Rel. 1, Oracle DBO, Oracle8 DBA, Oracle8i DBA.

Entrevista – Prof. João Murilo

1 – Como definiria a profissão de DBA?
O DBA é o profissional que administra as bases de dados e conhecimento
da instituição. É responsável por auxiliar na modelagem de dados,
validar modelos, integrar modelos com modelos corporativos, definir e
manter padrões e normas de segurança, instalar e manter SGBD e criar e
manter instâncias de banco de dados.
2 – Como é a sua rotina, quais as suas principais atividades?
A rotina de uma DBA se divide em 3 grandes atividades: Modelagem,
Administração do software e versões do SGBD e Criação e manutenção das
instâncias instaladas. Como atividade constante é necessário que o DBA
acompanhe os tempos das consultas e administre os backup e espaços
utilizados pelas instâncias dos bancos instalados.
3 – Qual a formação que um estudante deve buscar para se tornar um bom DBA?
É desejável que um DBA conheça a área de desenvolvimento para auxiliar
na modelagem dos esquemas e monitorar as SQL criadas pelos
desenvolvedores, além de curso específico de SQL, Administração e
Ajuste do SGBD específico utilizado na instalação.
4 – Como é o mercado de certificações?
Existem certificações nos principais SGBD de mercado. Estas
certificações dão credibilidade ao profissional e permitem uma maior
empregabilidade do mesmo. Um problema existente na profissão é que as
pequenas empresas não utilizam DBA, papel assumido por um analista
experiente.
5 – Qual a faixa salarial de um DBA?
Um DBA pode ganhar a partir de R$ 1.600 (iniciante) e tem seu salário
atrelado à complexidade e criticidade da informação na empresa. Em
alguns casos chegam a ganhar R$ 10.000,00, em grandes e complexas
instalações.
6 – Qual o perfil profissional de um DBA?
Profissional técnico, com interesse em desenvolvimento, software
básico e capaz de ser um gestor. O DBA é um gestor da informação e é
ele quem normatiza os modelos e utilização dos dados.

FONTE:

http://profissoesemti.wordpress.com/as-profissoes-de-ti/administrador-de-banco-de-dados/

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Os 5 principais requisitos para ser um bom programador


Os 5 principais requisitos para ser um bom programador
Recentemente algumas pessoas me perguntaram sobre ser programador; “onde aprender”, “o que estudar” ou “o que é preciso fazer” para ser um programador.
Eu programo desde os 15 anos, portanto pra mim é bem inerente ao meu perfil e aos meus interesses, mas quis fazer este post para explicar melhor o que é ser um programador.

Cinco característica que definem um bom programador

Ter um bom raciocínio lógico

Este é o ponto, o programador resolve problemas utilizando código para transcrever um raciocínio lógico.

Ser autodidata

Não imagine que cursos irão lhe transformar em um programador. Você precisaria gastar milhões para ficar sempre atualizado com cursos. Programador tem que ser autodidata. Se não for auto-ditada não tem como ser programador.

Gostar de resolver problemas

Programação é em 80% do tempo resolução de problemas. Seja o problema que o software irá resolver ou seja resolvendo problemas no software. Confira neste meu post “Os problemas e a profissão de programador”.

Saber inglês

Sem inglês o programador fica em uma fina camada de conhecimento. Infelizmente o conhecimento escrito em português neste segmento (em todos?) é bem restrito. Acredito que os livros em português no assunto detêm apenas 10% de informação e conhecimento dos livros em inglês.

Gostar de aprender

Estudar é uma constante na vida de um programador, é preciso ler, pesquisar, investigar, desvendar, duvidar…

Mas além disto….

Outros detalhes também constituem um bom programador:
  • Ter bom nível de concentração 
  • Ser curioso: “porque isso é assim”, “de onde isso vem” ou “porque isso acontece”. Perguntas devem ser constantes;
  • Ser disciplinado;
  • Ter disposição para estudar e aprender sempre, mesmo não sendo nas áreas de interesse;
  • Ser paciente, perseverante, persistente;
  • Sempre desconfiar que está errado, ou, que existe uma maneira ainda melhor de resolver o problema;
  • Saber ouvir os mais espertos e os que sabem menos também, sempre existe algo para se aprender;
  • Não precisa ser ótimo em matemática (algoritmo nada tem a ver com logaritmo)
Este é o seu perfil?
Programação é pensamento, é ficar ali pensando as vezes horas para resolver um problema qualquer. Programadores gostam de saber como as coisas funcionam, por isso muitas vezes entendem outras áreas como se fossem dela.
Mas, se pensar tanto não é pra você, existem outros segmentos bem próximos, como banco de dados, web design, segurança e redes, manutenção de hardware e outra mais.
O que faz realmente a diferença?
Um bom programador é um cara que resolve problemas sem ficar dependendo dos outros. Faculdade? Cursos? Certificações? Tudo isso é indiferente se o “sujeito” sabe criar uma linda solução para um problema bem feio.
Como disse o Tio Bem ao Peter Parker (vulgo homem aranha) ?”Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”. O programador deve ter a capacidade de resolver qualquer problema decorrido das suas soluções, bem como garantir que tudo o que fez funcione como esperado.
Programadores são pessoas referencia como provedores de solução. É normal as pessoas pedirem ajuda em praticamente todas as esferas de conhecimento, achando que o programador sabe tudo!
Responsabilidade e ética
Programadores costumam ter acesso a um grande volume de informação e conhecimento. Em boa parte das vezes informações sigilosas, portanto é preciso ter a ética como base para trabalhar nesta área. Nunca pense em fazer parte do “lado negro” da coisa, estes profissionais (profissionais ?) são percebidos no mercado com uma praga e raramente se vinculam a uma boa empresa ou nome de sucesso.
Cafeína
A xícara (ou caneca) de café é o ícone do programador. Eventualmente é necessário uma boa dose de cafeína para o cérebro “entrar no ritmo” e conseguir “botar pra fora” um algoritmo mais complexo.
A complexidade é uma constante na vida de um programador. Tanto que não se assusta com qualquer probleminha, sabe que se debruçando sobre o problema e investigando, a solução aparece e tudo se torna imensamente simples. Veja meu post “Como ter mais concentração para programar e fazer coisas difíceis“.
Onde trabalhar?
Programadores tem perfil diferente da maioria dos profissionais. São exigentes (tidos como chatos), cheios de idéias e gostam de poder criar livremente. Não gostam de ter um ?roteiro? muito estrito para ser seguido, querem desenvolver a solução própria.
Boa parte das empresas ao redor do mundo já percebeu este perfil, portanto oferecem locais de trabalho super abertos, com jogos, espaço para conversar e brincar, horários diferenciados, comida a vontade, etc. Aqui no Brasil pouquíssimas empresas aderiram a este modelo.
A empresa ideal para um programador trabalhar é aquela que valoriza o seu conhecimento, que aposta nas suas idéias e dá espaço para a participação ativa.
Um critério também que é dos mais importantes é a possibilidade de crescimento. Em algumas empresas o programador entre como tester e fica ali por 1 ano ou 2, sem criar absolutamente nada. Só neste tempo ele já desiste de permanecer na empresa. O programador precisa ter a possibilidade de aprender, provar que é bom e ser reconhecido por isso! Não é uma questão de tempo.
 FONTE:
http://www.tiagogouvea.com.br/os-5-principais-requisitos-para-ser-um-bom-programador