sábado, 30 de agosto de 2014

O que é um Arquiteto de Teste de Software





  Para ser um Arquiteto de Teste obviamente é mandatório ter sido um Testador. Para ocupar uma posição como esta o profissional de teste precisa ter um perfil sênior, conhecendo muitas linhas dentro do Teste de Software. Geralmente um Arquiteto de Teste tem que estar apto a executar quase que qualquer tarefa dentro do Teste de Software. Ele deve ser o líder técnico das soluções em teste e pode possuir uma linha de especialização específica dentro do Teste de Software: Automação, Performance, Segurança, etc..
Um Arquiteto deve trazer a inovação para a Área de Teste, sempre ligado nas tendências, tecnologias e abordagens dentro da área, internalizando todo esse conhecimento e analisando a aplicabilidade dentro da organização. Ele deve conhecer não somente da disciplina de Teste de Software dentro da Engenharia de Software, mas de outras disciplinas.

  Eu, particularmente, acredito que a possível comparação de Engenheiro de Teste e Arquiteto de Teste é quase a mesma, mas com uma pequena diferença que pode ser entendida pela comparação abaixo:
"Um Arquiteto na Engenharia Civil é aquela capaz de criar toda uma estrutura/solução a partir de uma desejo do seu cliente. O Engenheiro, por sua vez, é aquele que irá colocar o plano de Arquiteto em prática, acompanhando todo o trabalho dos operários na obra."

Qual o dia-a-dia de um Arquiteto de Teste?
As atividades mais comuns são a de criação de ambientes de teste (hardware e software), criação de Casos de Teste mais complexos, aplicação das Técnicas de Teste corretas em todos os Casos de Teste.
Dentro da Automação de Teste, ele vai entender um problema de um cliente e criar uma solução de automação, utilizando alguma ferramenta existente no mercado ou até mesmo. Apóia e ensina a equipe a crescer tecnicamente na área e ajuda a melhorar todos os processos existentes na área de Teste de Software.

Quais os conhecimentos necessários para um Arquiteto de Teste?
Abaixo seguem alguns dos conhecimentos necessários do Arquiteto de Teste com um foco técnico voltado para a Automação de Teste:
  • Linguagem de programação (se puder mais que uma)
  • Sistemas Operacionais
  • Conhecimentos avançados sobre Técnicas de Teste
  • Ferramentas de Automação de Teste (em todos os níveis de teste)
  • Linguagem SQL intermediária
  • Arquitetura de Software e Design Patterns
  • Configuração de Ambientes
  • Execução de Testes Funcionais e Não Funcionais
  • Habilidade de Comunicação com pessoas técnicas

Podemos dar duas razões para que o Arquiteto precise conhecer uma linguagem de programação:  

  As ferramentas de automação de teste funcional será ou em uma linguagem padrão de mercado (VBScript ou Java) ou uma linguagem própria, o que necessita de conhecimento de programação
Quando não existe uma ferramenta de automação para determinada tarefa, o Arquiteto precisa criar uma, e isso é feito através de uma linguagem de programação
O conhecimento de Sistemas Operacionais é importante, pois além de utiliza-os para efetuar os testes também pode ser necessária a criação de máquinas virtuais para montar o ambiente de teste e, conseqüentemente conhecer sobre como configurar estes ambientes (no caso aqui, de hardware e software).
  Outro ponto importante é a linguagem usada por esses profissionais. Imaginem que tu vai conversar com um desenvolvedor ou Arquiteto Java e ele diz: "o problema ocorreu na ESB, onde um parâmetro da Inversão de Controle no Spring não foi colocado corretamente, o que fez o a camada DAO gerar uma NullPointerExepction dentro do Bean."

OBS:

Retirado e editado de: 

http://sembugs.blogspot.com.br/2010/04/arquiteto-de-teste-de-software.html

terça-feira, 26 de agosto de 2014

domingo, 24 de agosto de 2014

Administrador de Banco de Dados

Nos dias de hoje é praticamente impossível imaginar um cenário no qual uma aplicação ou sistema de aplicações, não precise em ao menos uma de suas etapas, consultar, manipular ou armazenar as informações resultantes dos seus processos lógicos.
De nada adiantaria todo o poder de processamento dos computadores atuais, as redes de altíssima velocidade e os softwares desenvolvidos com tecnologia de ponta se não fosse possível armazenar os dados de forma eficiente e segura.
Os dados precisam estar disponíveis, consistentes, íntegros, definidos, confiáveis, compartilhados e em segurança para que as decisões gerenciais sejam ágeis, precisas e oportunas.
É nesse contexto que entra o Administrador de Banco de Dados.
Ele é o responsável pela “saúde física” dos dados, isto é, pela manutenção e refinamento dos bancos de dados corporativos.
Segundo uma definição da revista Info:
Coordena, controla e acompanha as atividades de administração do banco de dados (DBA), envolvendo a instalação, configuração, projeto físico e manutenção do banco de dados atuais, a fim de agilizar e facilitar os trabalhos de desenvolvimento de sistemas, em atendimento às necessidades dos clientes, orientando quanto ao seu desenvolvimento e esclarecendo dúvidas de administração dos dados, a fim de assegurar a sua idealização dentro dos padrões de qualidade e dos prazos estipulados.
Formação recomendada: Curso Superior em Engenharia da Computação, Processamento de dados, Informática
Conhecimentos úteis: Recursos de desempenho e portabilidade (INDEX,TRIGGERS, PACKAGES, PROCEDURES), migração de plataformas, análise de desempenho de sistemas, tratamento de informação para tomada de decisão (Data Warehouse e outros), gerência de projetos.
Ferramentas: Banco de Dados Oracle, modelador de dados ERwin, SQL-Station, gerenciador de modelos ModelMart, diagnóstico de estrutura de Banco de Dados DBExaminer
Principais atividades: Manutenção e refinamento de bancos de dados, alterações na estrutura do banco para expansão e adaptações de sistemas, monitoramento e identificação de falhas para aperfeiçoamento de bancos de dados, coordenação de programadores.
Certificações-chave: Microsoft: MCDBA. Oracle: Oracle 7.3 DBA, Oracle Developer Rel. 1, Oracle DBO, Oracle8 DBA, Oracle8i DBA.

Entrevista – Prof. João Murilo

1 – Como definiria a profissão de DBA?
O DBA é o profissional que administra as bases de dados e conhecimento
da instituição. É responsável por auxiliar na modelagem de dados,
validar modelos, integrar modelos com modelos corporativos, definir e
manter padrões e normas de segurança, instalar e manter SGBD e criar e
manter instâncias de banco de dados.
2 – Como é a sua rotina, quais as suas principais atividades?
A rotina de uma DBA se divide em 3 grandes atividades: Modelagem,
Administração do software e versões do SGBD e Criação e manutenção das
instâncias instaladas. Como atividade constante é necessário que o DBA
acompanhe os tempos das consultas e administre os backup e espaços
utilizados pelas instâncias dos bancos instalados.
3 – Qual a formação que um estudante deve buscar para se tornar um bom DBA?
É desejável que um DBA conheça a área de desenvolvimento para auxiliar
na modelagem dos esquemas e monitorar as SQL criadas pelos
desenvolvedores, além de curso específico de SQL, Administração e
Ajuste do SGBD específico utilizado na instalação.
4 – Como é o mercado de certificações?
Existem certificações nos principais SGBD de mercado. Estas
certificações dão credibilidade ao profissional e permitem uma maior
empregabilidade do mesmo. Um problema existente na profissão é que as
pequenas empresas não utilizam DBA, papel assumido por um analista
experiente.
5 – Qual a faixa salarial de um DBA?
Um DBA pode ganhar a partir de R$ 1.600 (iniciante) e tem seu salário
atrelado à complexidade e criticidade da informação na empresa. Em
alguns casos chegam a ganhar R$ 10.000,00, em grandes e complexas
instalações.
6 – Qual o perfil profissional de um DBA?
Profissional técnico, com interesse em desenvolvimento, software
básico e capaz de ser um gestor. O DBA é um gestor da informação e é
ele quem normatiza os modelos e utilização dos dados.

FONTE:

http://profissoesemti.wordpress.com/as-profissoes-de-ti/administrador-de-banco-de-dados/

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Os 5 principais requisitos para ser um bom programador


Os 5 principais requisitos para ser um bom programador
Recentemente algumas pessoas me perguntaram sobre ser programador; “onde aprender”, “o que estudar” ou “o que é preciso fazer” para ser um programador.
Eu programo desde os 15 anos, portanto pra mim é bem inerente ao meu perfil e aos meus interesses, mas quis fazer este post para explicar melhor o que é ser um programador.

Cinco característica que definem um bom programador

Ter um bom raciocínio lógico

Este é o ponto, o programador resolve problemas utilizando código para transcrever um raciocínio lógico.

Ser autodidata

Não imagine que cursos irão lhe transformar em um programador. Você precisaria gastar milhões para ficar sempre atualizado com cursos. Programador tem que ser autodidata. Se não for auto-ditada não tem como ser programador.

Gostar de resolver problemas

Programação é em 80% do tempo resolução de problemas. Seja o problema que o software irá resolver ou seja resolvendo problemas no software. Confira neste meu post “Os problemas e a profissão de programador”.

Saber inglês

Sem inglês o programador fica em uma fina camada de conhecimento. Infelizmente o conhecimento escrito em português neste segmento (em todos?) é bem restrito. Acredito que os livros em português no assunto detêm apenas 10% de informação e conhecimento dos livros em inglês.

Gostar de aprender

Estudar é uma constante na vida de um programador, é preciso ler, pesquisar, investigar, desvendar, duvidar…

Mas além disto….

Outros detalhes também constituem um bom programador:
  • Ter bom nível de concentração 
  • Ser curioso: “porque isso é assim”, “de onde isso vem” ou “porque isso acontece”. Perguntas devem ser constantes;
  • Ser disciplinado;
  • Ter disposição para estudar e aprender sempre, mesmo não sendo nas áreas de interesse;
  • Ser paciente, perseverante, persistente;
  • Sempre desconfiar que está errado, ou, que existe uma maneira ainda melhor de resolver o problema;
  • Saber ouvir os mais espertos e os que sabem menos também, sempre existe algo para se aprender;
  • Não precisa ser ótimo em matemática (algoritmo nada tem a ver com logaritmo)
Este é o seu perfil?
Programação é pensamento, é ficar ali pensando as vezes horas para resolver um problema qualquer. Programadores gostam de saber como as coisas funcionam, por isso muitas vezes entendem outras áreas como se fossem dela.
Mas, se pensar tanto não é pra você, existem outros segmentos bem próximos, como banco de dados, web design, segurança e redes, manutenção de hardware e outra mais.
O que faz realmente a diferença?
Um bom programador é um cara que resolve problemas sem ficar dependendo dos outros. Faculdade? Cursos? Certificações? Tudo isso é indiferente se o “sujeito” sabe criar uma linda solução para um problema bem feio.
Como disse o Tio Bem ao Peter Parker (vulgo homem aranha) ?”Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”. O programador deve ter a capacidade de resolver qualquer problema decorrido das suas soluções, bem como garantir que tudo o que fez funcione como esperado.
Programadores são pessoas referencia como provedores de solução. É normal as pessoas pedirem ajuda em praticamente todas as esferas de conhecimento, achando que o programador sabe tudo!
Responsabilidade e ética
Programadores costumam ter acesso a um grande volume de informação e conhecimento. Em boa parte das vezes informações sigilosas, portanto é preciso ter a ética como base para trabalhar nesta área. Nunca pense em fazer parte do “lado negro” da coisa, estes profissionais (profissionais ?) são percebidos no mercado com uma praga e raramente se vinculam a uma boa empresa ou nome de sucesso.
Cafeína
A xícara (ou caneca) de café é o ícone do programador. Eventualmente é necessário uma boa dose de cafeína para o cérebro “entrar no ritmo” e conseguir “botar pra fora” um algoritmo mais complexo.
A complexidade é uma constante na vida de um programador. Tanto que não se assusta com qualquer probleminha, sabe que se debruçando sobre o problema e investigando, a solução aparece e tudo se torna imensamente simples. Veja meu post “Como ter mais concentração para programar e fazer coisas difíceis“.
Onde trabalhar?
Programadores tem perfil diferente da maioria dos profissionais. São exigentes (tidos como chatos), cheios de idéias e gostam de poder criar livremente. Não gostam de ter um ?roteiro? muito estrito para ser seguido, querem desenvolver a solução própria.
Boa parte das empresas ao redor do mundo já percebeu este perfil, portanto oferecem locais de trabalho super abertos, com jogos, espaço para conversar e brincar, horários diferenciados, comida a vontade, etc. Aqui no Brasil pouquíssimas empresas aderiram a este modelo.
A empresa ideal para um programador trabalhar é aquela que valoriza o seu conhecimento, que aposta nas suas idéias e dá espaço para a participação ativa.
Um critério também que é dos mais importantes é a possibilidade de crescimento. Em algumas empresas o programador entre como tester e fica ali por 1 ano ou 2, sem criar absolutamente nada. Só neste tempo ele já desiste de permanecer na empresa. O programador precisa ter a possibilidade de aprender, provar que é bom e ser reconhecido por isso! Não é uma questão de tempo.
 FONTE:
http://www.tiagogouvea.com.br/os-5-principais-requisitos-para-ser-um-bom-programador

terça-feira, 12 de agosto de 2014

OLIMPÍADA BRASILEIRA DE INFORMÁTICA



A Olimpíada Brasileira de Informatica (OBI) é uma competição organizada pela sociedade Brasileira de computação (SBC) nos moldes das outras olimpíadas científicas Brasileiras, como Matemática, Física e Astronomia. O objetivo da OBI é despertar nos alunos o interesse por uma ciência importante na formação básica hoje em dia (no caso, ciência da computação), através de uma atividade que envolve desafio, engenhosidade e uma saudável dose de competição. A organização da OBI está a cargo do instituto de computação da UNICAMP.

A OBI está organizada em duas modalidades:
  • Modalidade iniciação 
          Nível 1, para alunos até a sexta série do Ensino fundamental (ou equivalente) e 
          Nível 2, para alunos até oitava série do Ensino fundamental (ou equivalente).         
  • Modalidade programação 
          Nível Júnior, para alunos do ensino fundamental ,
          Nível 1, para alunos até o segundo ano do ensino médio, e 
          Nível 2, para alunos até o terceiro ano do ensino médio (ou quem tenham cursado o ensino médio até           dezembro 2009)  

Em todas as modalidades os alunos competem individualmente. Cada aluno poderá estar inscrito em apenas uma modalidade.


Modalidade inscrição - nível 1 e nível 2 
   
Na modalidade inscrição os aluno concorrem resolvendo problemas de lógica e problemas de computação, sem uso de computador, apenas utilizando lápis e papel. O objetivo desta modalidade é despertar o gosto por problemas de computação e detectar talentos potencias para programação.

Modalidade Programação - nível júnior, nível 1 e nível 2

A prova da modalidade Programação exige conhecimento em programação; é necessário prover computadores para os participantes, na ocasião da prova. A prova é composta de tarefas de programação com níveis variados de dificuldade: há tarefas mais fácies, em que um conhecimento mínimo de programação é suficiente, e algumas tarefas mais difíceis, que exigem um conhecimento um pouco mais avançado de programação, com  noções de estruturas de dados, em um nível normalmente ensinado em bons colégios técnicos, ou no primeiro ano de cursos superiores de computação ou engenharia.

Premiação

Todos os participantes receberão certificados de participação. Os melhores colocados de cada modalidade receberão ainda medalhas de ouro, prata e bronze.

Os melhores colocados das duas modalidade (Iniciação e Programação) serão convidados para uma semana de cursos no instituto de programação da UNICAMP. Os alunos da modalidade iniciação participarão de cursos de introdução à programação; os alunos da modalidade Programação participarão de cursos Programação avançada. Os cursos serão ministrados no instituto de computação da UNICAMP, e acontecerão em datas divulgadas oportunamente. Para os alunos da modalidade Programação nível 2, haverá, durante o curso de Programação Avançada, uma seleção para escolher os quatro alunos integrantes da equipe brasileira na IOI. A IOI é um evento já tradicional que conta com a participação de mais de 70 países.

Site oficial do evento: http://olimpiada.ic.unicamp.br/        






Fonte: http://www.sbc.org.br/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=234&Itemid=179

O crescimento da tecnologia e da inovação em Sergipe

Nos últimos anos, segundo dados do MCT, Sergipe tem experimentado grande crescimento do investimento público estadual em atividades de inovação. O orçamento do estado para Ciência & Tecnologia e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) em 2001 era de R$ 705 mil e saltou para R$ 23,6 milhões em 2009, apresentando um crescimento acumulado de 808,8% e de 30,6% crescimento médio no período.



O crescimento do setor de Tecnologia da Informação em Sergipe pode ser apontado pela evolução do número de domínios hospedados no estado. Em janeiro de 1996, havia apenas um domínio alojado em host sergipano. Dez anos após, já havia 2.454 endereços. Em janeiro de 2011, foram computados 7.546 domínios sergipanos na internet. Com este número, Sergipe é o 6º estado nordestino e 20º nacional em alojamento de domínios.

Comentário: No estado de Sergipe, as tecnologias de informação vem desenvolvendo de acordo com o crescimento do IDH da população. No ano de 2013, foi feita uma pesquisa pelo IBGE, onde foi verificado que Sergipe teve um baixo crescimento no serviços de informação e comunicação com uma taxa de apenas 1.1%, se compararmos com Santa Catarina, que obteve o maior índice de desenvolvimento nesta área, com uma taxa de 15.5%.


fonte:
http://convergecom.com.br/tiinside/23/01/2014/servicos-de-tic-brasil-registram-crescimento-de-56-em-novembro-de-2013/#.U-pm8fldWKY

GOVERNO DE SERGIPE
SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

  •             PROJETO DE REDES E SEGURANÇA DE DADOS: basicamente trabalha com proteção de arquivos e mantimento de redes, é dividido em:
  • criptografia computacional, redes de computadores, segurança computacional e sistemas distribuídos.


fonte: http://www.ic.unicamp.br/node/155

  •          Computação visual e inteligencia de máquinas
  • São divididas nas seguintes áreas:
  • Análise de Padrões, Aprendizado de Máquina, Biometria, Computação Gráfica. Inteligencia Artificial, Processamento de Imagens, Processamento de Línguas Naturais, Recuperação de Imagens por Conteúdo e Visão Computacional.


        fonte:http://www.ic.unicamp.br/node/134
       Engenharia de software: uma das principais áreas de SI, serve para desenvolvimento e manutenção de software, com infinitas aplicações para computação, área que devido a computação quântica ganho mais ainda destaque pelo fato de surgir novos métodos de programação.





http://pt.wikipedia.org/wiki/Engenharia_de_software      
11/08/2014    

domingo, 10 de agosto de 2014

CHIP IN ARACAJU

Chip in Aracaju será realizada em setembro de 2014


A conferência Chip in Aracaju 2014, evento co- promovido pela SBC, será realizada no período de 1 a 5 de setembro deste ano na cidade de Aracaju, Brasil.  Serão vários os simpósios, um fórum estudantil e um workshop que reunirá pesquisadores, professores e alunos das áreas de informática, design e tecnologia. A programação principal engloba o SBCCI, WCAS, SBMicro e o SForum

SBCCI 2014
A vigésima sétima edição do Symposium on Integrated Circuits and Systems Design organiza o fórum internacional dedicado à integração de circuitos e sistemas de design realizado anualmente no Brasil. O foco é na apresentação de pesquisas na área de informática e design incluindo sessões técnicas, tutoriais e paineis explicativos. Os melhores trabalhos submetidos serão convidados a serem publicados no IEEE Design &Test e no JICS-Journal of Integrated Circuits and Systems.

SBMicro 2014
O vigésimo nono Symposium on Microeletronics Technology and Devices é dedicado a fabricação e modelagem de micro sistemas e circuitos integrados. A SBMicro é a principal conferência votadas às discussões interdisciplinares de pesquisas ao redor do mundo em diversos formatos como apresentações orais, poster sessions, panel discussions e sessões de tutoriais.

WCAS 2014
A quarta edição do Workshop on Circuits and Systems Design é direcionado à apresentações  e discussões sobre experiências diversas em métodos de  design com alto grau de relevância em contextos industriais. A ideia principal do Workshop é oferecer aos participantes a oportunidade de discutir sobre os desafios do design e da tecnologia na atualidade e para  o futuro.

SForum 2014
A décima quarta edição do Microeletronics Students Forum tem como principal objetivo promover a participação de alunos não graduados nos dois eventos brasileiros mais importantes na área de microeletrônicos. Através das apresentações com linguagem acessível ao entendimento jovem este fórum permite a participação dos alunos em debates, palestras e demais apresentações.

 Comentário:
As inscrições para o Chip in Aracaju 2014 já podem ser feitas pelo site do evento.
http://www.chip-in-aracaju.ufs.br/wcas.php

Fonte: http://sbc.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1339:chip-in-aracaju-sera-realizada-em-setembro-de-2014&catid=65:destaques
                              PROFISSÃO: ANALISTA DE NEGÓCIOS


 Link (vídeo)  sobre a profissão

https://www.youtube.com/watch?v=qVPgOBbBE_k


COMENTÁRIO:

Essa profissão da área de TI surgiu com a intenção de detalhar , da melhor forma possível, o que um dado cliente quer como software . O analista de negócios utiliza-se de princípios da administração (forma sistemática de lidar com os entraves ) para lidar com os eventuais problemas e pedidos, ou seja , é uma área que mescla a parte computacional e a parte administrativa.  .Ela visa entender a problemática da criação de um software antes de fazê-lo e destina-lo a um consumidor ou usuário final com qualidade e da forma que o cliente pediu. Com isso, ela conta com corpo especializado em análise de negócios que serão responsáveis pela harmonia do todo organizacional e da satisfação dos consumidores  de serviços e produtos de uma certa empresa.




segunda-feira, 4 de agosto de 2014

4ª Seminf (semana da informática).



De 11 a 14 de Novembro será realizada a Terceira Semana de Informática (SemInfo) no Campus Prof. Alberto Carvalho da Universidade Federal de Sergipe (Itabaiana-SE). Várias palestras e minicursos envolvendo a área de redes, software, segurança, desenvolvimento em linguagens de programação, e muitos outros. Uma ótima oportunidade para aumentar os conhecimentos!Fiquem atentos, que em breve serão abertas as inscrições!



Sistemas de Informação e o mercado brasileiro!

Profissionais no mercado     

Estima-se que existam 190 mil profissionais da área de TI no Brasil, dos quais aproximadamente 90 mil estão no estado de São Paulo. No entanto, esse número é insuficiente para atender a demanda. Segundo a Associação para a Promoção da Excelência do Software Brasileiro, em 2013 haverá carência de 140 mil profissionais de TI no Brasil. 

Exigências para atuar na profissão    


Não é necessário ter diploma, mas as empresas buscam profissionais com boa formação na área, por meio de de bacharelado em uma universidade atenta aos avanços tecnológicos. 

Ganho inicial (média mensal)  


De R$ 2,6 mil a R$ 3,2 mil. 


Ganho escalão intermediário (média mensal)  


De  R$ 4,1 mil a R$ 5 mil. 

Ganho no auge (média mensal) 


De R$ 5,8 mil a R$ 8,5 mil. Para cargos de diretoria, pode superar os R$ 20 mil. 


Atividades do início de carreira  


- Desenvolvimento de sistemas. 
- Suporte técnico. 
- Programação. 
- Análise de testes. 
- Administração de banco de dados. 
- Engenharia de software. 


Evolução da profissão    


- O profissional possui uma carreira em Y. Isso significa que, no auge, ele tem a opção de continuar na área técnica ou assumir cargos na área de gestão. Se optar pela carreira técnica, poderá atuar como analista ou programador sênior, engenheiro de software, arquiteto de sistemas, auditor de sistemas, gerente de suporte, coordenador de projetos ou analista de segurança. 
- Na área de gestão, pode assumir funções como gerente de projetos, gerente de contas, analista de negócios, auditor, gerente de TI, diretor de TI e até a CIO (Chief Information Officer), cargo máximo de Informática nas empresas. 
- Como autônomo, pode tornar-se consultor ou empresário na área de TI. 
- Também pode atuar na área acadêmica como docente ou pesquisador, desde que dê continuidade a seus estudos em nível de pós-graduação. 

Auge da carreira     
Entre seis e dez anos de profissão. 


Dicas     


- É importante manter-se atualizado quanto às inovações da área e iniciar o estágio o mais cedo possível. As empresas valorizam muito a experiência profissional, mesmo em candidatos que ainda não finalizaram o curso superior. 
- O domínio de um segundo idioma, preferencialmente o inglês, é um diferencial. As empresas de TI do Brasil desenvolvem projetos globais, o que implica que equipes em diferentes países precisam se relacionar e trocar informações, por isto o inglês é fundamental para a comunicação entre estas equipes. 
- A vivência internacional é muito relevante, pois existe a necessidade de deslocar profissionais do Brasil para outros países para o desenvolvimento desses projetos. 
- Ter especializações e certificações é essencial para decolar na profissão, pois este é um mercado muito dinâmico e competitivo.
TOPO
Fontes: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep)/Ministério da Educação (MEC), dados de 2010; Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), dados de 2009. 

Comentário:
As análises feitas com base na carreira de um bacharel em sistemas de informação, nos traz uma boa visão a respeito do futuro no mercado brasileiro. Com a informatização das empresas, a necessidade de especialistas aumenta, tornando a demanda insuficiente,  criando assim bons cargos remunerados. 

domingo, 3 de agosto de 2014

       Campos de estudos de Sistemas de Informação:
A matéria em si estuda basicamente áreas da tecnologia da informação, são elas
organizações; infra estrutura de tecnologia da informação; necessidade sócio-econômicas regionais e nacionais, no âmbito da área de sistemas de informação; desenvolvimento cientifico e tecnológico da área de sistemas de informação; integração da universidade com a sociedade, na resolução de problemas da área de sistemas de informação

fonte:
http://computacao.ufs.br/
data da pesquisa 03/08/2014

Associadas da Sociedade Brasileira de Computação (SBC) - SBPC e IFIP

Comentário:

Como já foi dito na postagem anterior que fala um pouco sobre a SBC (Sociedade Brasileira de Computação), ela faz parte da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e da Internacional Federation for Information Processing (IFIP).
Esta nova postagem irá falar um pouco sobre a Sociedade Brasileira da Ciência (SBPC) e da Internacional Federation for Information Processing (IFIP).

SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência)
Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) é uma entidade civil, sem fins lucrativos ou posição político-partidária, voltada para a defesa do avanço científico e tecnológico, e do desenvolvimento educacional e cultural do Brasil. Desde sua fundação, em 1948, a SBPC exerce um papel importante na expansão e no aperfeiçoamento do sistema nacional de ciência e tecnologia, bem como na difusão e popularização da ciência no País.
Sediada em São Paulo, a SBPC está presente nos demais estados brasileiros por meio de Secretarias Regionais. Representa mais de 100 sociedades científicas associadas e mais de 6 mil sócios ativos, entre pesquisadores, docentes, estudantes e cidadãos brasileiros interessados em ciência e tecnologia.
SBPC participa ativamente de debates sobre questões que determinam os rumos das políticas de C&T e da educação no Brasil. Tem assento permanente no Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia (CCT), órgão consultivo do Governo Federal para definição das políticas e ações prioritárias no campo da C&T. Possui representantes oficiais em mais de 20 conselhos e comissões governamentais. Periodicamente institui grupos de trabalhos – compostos por cientistas renomados em suas especialidades – com o objetivo de estudar e apresentar propostas para questões específicas de interesse nacional.
Anualmente, a SBPC realiza diversos eventos, de caráter nacional e regional, com o objetivo de debater políticas públicas de C&T e difundir os avanços da ciência. Por meio das Secretarias Regionais, são realizadas ainda outras atividades de difusão científica. A entidade também contribui para o debate permanente das questões relacionadas à área por meio de diversas publicações, como o Jornal da Ciência, a revista Ciência e Cultura, o portal na internet, e a edição de livros sobre temas diversos relacionados à ciência brasileira.
IFIP (Federação Internacional de Processamento da Informação)

 Federação Internacional de Processamento da Informação (IFIP) é uma organização guarda-chuva para as sociedades nacionais que trabalham na área de tecnologia da informação . É uma organização não-governamental, sem fins lucrativos, com sede em Laxenburg , Áustria . Seus membros incluem mais de 48 sociedades e academias de ciência nacionais.
IFIP foi criada em 1960 sob os auspícios da UNESCO , originalmente com o nome de Federação Internacional de Information Processing Societies (IFIPS). Em preparação, a UNESCO organizou a primeira Conferência Internacional sobre Processamento de Informação, que teve lugar em Junho de 1959, em Paris , e agora é considerado o primeiro Congresso IFIP.
O nome foi alterado para o nome atual em 1961. A contribuição original do IFIP foi a definição do Algol 60 linguagem de programação, o que foi um dos primeiros exemplos de colaboração verdadeiramente internacional em ciência da computação e deixou uma marca duradoura em todo o campo.
O presidente fundador do IFIP foi Isaac L. Auerbach (1960-1965). [1]

Em 2009, sob os auspícios da IFIP, a Parceria Internacional de Prática Profissional (IFIP IP3) foi implementado "liderar o desenvolvimento do global Profissão TI".

Fontes:
http://www.sbpcnet.org.br/site/a-sbpc/quem-somos.php
http://en.wikipedia.org/wiki/International_Federation_for_Information_Processing


sexta-feira, 1 de agosto de 2014

 
 
O papel Analista de Teste é responsável por inicialmente identificar e posteriormente definir os testes necessários, monitorar a abrangência dos testes e avaliar a qualidade geral obtida ao testar os Itens de Teste-alvo. Este papel também envolve a especificação dos Dados de Teste necessários e a avaliação do resultado dos testes conduzidos em cada ciclo de teste. Às vezes, este papel também é denominado Designer de Teste ou considerado parte do papel Testador. Este papel é responsável por:
  • Identificar os Itens de Teste-alvo a serem avaliados pelo esforço de teste
  • Definir os testes apropriados necessários e quaisquer Dados de Teste associados
  • Coletar e gerenciar os Dados de Teste
  • Avaliar o resultado de cada ciclo de teste

Pessoal Início da página

Os papéis organizam a responsabilidade de executar atividades e desenvolver artefatos em grupos lógicos. Cada papel pode ser designado a uma ou mais pessoas, e cada pessoa pode desempenhar um ou mais papéis. Ao definir o perfil do papel Analista de Teste, você deve considerar as habilidades exigidas para o papel e as diferentes abordagens que podem ser feitas para designar o papel ao pessoal.

Habilidades Início da página

As habilidades e o conhecimento exigidos para o papel Analista de Teste incluem:
  • boa habilidade analítica
  • uma mente desafiadora e curiosa
  • atenção aos detalhes e tenacidade
  • entendimento de falhas de software comuns
  • conhecimento do domínio (muito desejável)
  • conhecimento do sistema ou aplicativo em teste (muito desejável)
  • experiência em vários esforços de teste (desejável)      

OBS: link para um pequeno vídeo de suporte sobre "Analisa de Testes "

 http://globotv.globo.com/rede-globo/globo-universidade/v/eu-amo-meu-trabalho-analista-de-testes/2817931/

FONTES:

Primeira imagem da postagem  retirada de:

 http://carreiradeti.com.br/analista-de-testes-de-software-cada-vez-mais-imprescindivel-no-mundo-digital/  

artigo retirado de:

http://www.funpar.ufpr.br:8080/rup/process/workers/wk_tstanl.htm




COMENTÁRIO:

  As empresas ( desenvolvedoras de softwares), pressionadas pelo mercado consumidor exigente, necessitam de produtos e serviços de alto grau de qualidade. Esse requisito será destinado ao analista de testes, profissional atencioso ,  possui boas habilidades de análise e entende bem sobre as plataformas e apps os quais fazem parte da sua rotina.
  O trabalho desse analista , de forma genérica, é testar e monitorar programas para que eles cheguem com a máxima qualidade ao consumidor final.